UTD 592 do Celta Vigo – Porto circulava a 118 km/h

Já é oficial que o motivo para o trágico descarrilamento do comboio Vigo – Porto se deveu a excesso de velocidade, embora ainda esteja por especificar se tal sucedeu devido a falha humana ou problema técnico.

Após a abertura das caixas negras do comboio, confirmou-se que o comboio da série 592 circulava a 118 km/h no momento do embate, quando a velocidade limite que estava imposta era de 30 km/h pelo motivo de circular por um itinerário composto de duas agulhas em posição desviada e por isso limitadas a baixa velocidade. Em condições normais a estação de Porriño pode ser passada a 130 km/h, na via principal.

Tal como indicámos desde a primeira hora, os acontecimentos observados apontavam desde logo para uma grande probabilidade de esta ser a causa principal para o acidente. Agora estará por saber se tão trágico desfecho se ficou a dever por erro humano ou falha técnica.

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