O passado domingo, 20 de setembro de 2026, entrou para a história recente da ferrovia portuguesa com a reabertura da Linha da Beira Baixa no troço entre Mouriscas e Vila Velha de Ródão e a entrada em vigor da anterior oferta ferroviária entre Lisboa, Castelo Branco, Fundão, Covilhã, Guarda e Vilar Formoso.
Uma das características mais relevantes deste horário é precisamente a frequência alcançada entre os principais centros urbanos da Beira Interior. No troço entre a Guarda e a Covilhã passam a existir cinco circulações diárias em cada sentido, um nível de oferta muito significativo para uma região tradicionalmente marcada por baixas densidades populacionais. Esta frequência, apesar de um pouco desajustada nos horários, permite deslocações com maior flexibilidade para estudantes, trabalhadores e restantes utilizadores, aproximando efetivamente as duas maiores cidades do interior da região.
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