Já era do domínio público a nomeação de Paulo Carmona para a presidência do Conselho de Administração, anunciado pelo próprio há algumas semanas na comunicação social, sucedendo assim a Miguel Cruz, o anterior presidente que cessa funções.
O conselho de administração passará a ter sete elementos, contra seis anteriormente, mantendo como número 2 Carlos Fernandes, o muito notado vice-presidente para a ferrovia e que tem sido o rosto da execução do Ferrovia 2020 e mais recentemente do PNI 2030. É ainda mantida como vogal Amália Freire de Almeida, até aqui vice-presidente.
O resto da equipa é composta por Ana Rita Matos no pelouro financeiro, Maria Helena Campos e dois altos quadros da Infraestruturas de Portugal que ascendem ao conselho de administração – Rui Coutinho como vice-presidente, até aqui adjunto no gabinete do ministro, e Alberto Aroso, um dos responsáveis pela ideação do projecto da linha de Trás-os-Montes.
O secretário de estado das Infraestruturas já sinalizou que a nova e mais alargada composição do Conselho de Administração deve promover uma mais rápida execução dos investimentos previstos, que somam muitos anos de atrasos e uma execução muito abaixo dos valores de investimento inicialmente anunciados. O Ferrovia 2020 ainda decorre e não será executado a muito mais de 50% do previsto quando terminar, e o PNI 2030 já está irremediavelmente muito atrasado face ao apresentado há cinco anos.
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