O júri do concurso público internacional para a concessão do 2º troço da LAV Lisboa – Porto (Oiã – Taveiro) já analisou as propostas e propôs excluir o consórcio Lusolav liderado pela Mota Engil por não respeitar o caderno de encargos – algo que o consórcio havia confirmado na apresentação pública que fez da sua proposta.
Confirmando que o consórcio concorrente, liderado por Sacyr e DST, respeitam e apresentam um valor até abaixo do valor máximo do procedimento, procedeu à proposta de adjudicação deste 2º lote ao consórcio luso-espanhol. Segue-se agora a formalidade de confirmar o desfecho do concurso que lançará assim a próxima etapa deste troço, em que o consórcio terá de definir o projecto de execução e submeter o RECAPE para aprovação da AIA, de modo a confirmar a conformidade ambiental do projecto a executar com a Declaração de Impacte Ambiental em vigor e que autoriza a construção da linha.
Com o final deste desfecho, aguarda-se agora o avanço do processo no 3º lote, que será de longe o maior: entre o Carregado e Taveiro. O procedimento de contratação está previsto ser concluído durante o ano de 2027.
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